Ampliação de 1x a 6x, objetiva de 24 mm, tubo de 30 mm, vidro ED e retículo no primeiro plano focal (FFP) em MRAD, gravado no vidro e iluminado em vermelho: a Discovery ED-AR 1-6x24IR FFP é a LPVO da Discovery feita pra medir — a única da linha que a gente vende com retículo em primeiro plano focal e escala em MRAD. São 657 g, clique de 0,1 MIL e ampliação 1x real, pra atirar com os dois olhos abertos — plataforma curta, tiro dinâmico e distância que muda dentro da mesma sessão. Você escolhe o mount de 30 mm pro seu trilho no seletor, alto ou baixo, 11 mm ou 22 mm, e recebe o conjunto pronto pra montar.
Aguenta. A ED-AR não é linha de entrada: é a faixa que a gente indica sem ressalva de calibre, e a ficha oficial da Discovery traz .50 BMG na linha de recuo.
Está montando pra .308 e quer ver tudo que serve? A lista está em lunetas pra .308.
LPVO é luneta de baixa ampliação variável: começa no tamanho real e sobe pouco — aqui, de 1x a 6x. A ideia é não ter que escolher entre red dot e luneta. No mínimo você enxerga o entorno e engaja rápido; em 6x fecha o campo e identifica o que está a 100, 150 metros, onde o ponto de um red dot já cobre o alvo. Se o seu tiro é sempre longe, de bancada, com alvo pequeno no papel, LPVO é pouco zoom: aí o caminho é uma MS 4-16x42 AOAC.
Chega perto, e o motivo está no número: o mínimo aqui é 1x real — "true 1x", nas palavras do próprio fabricante. A imagem sai do mesmo tamanho que o olho nu vê, então quem atira com os dois olhos abertos não sente o descasamento das LPVO que começam acima de 1x, como as de 1,2x. Com a ferradura central acesa, o uso no mínimo fica parecido com o de um red dot. A diferença que continua: é um tubo. O olho precisa estar atrás da ocular, dentro dos 10,3 cm de alívio — red dot você olha de qualquer ângulo, LPVO exige posição de rosto.
Esta é FFP, primeiro plano focal: o retículo cresce e diminui junto com a imagem. O que isso muda é uma coisa só, e é importante: as subtensões em MRAD valem em qualquer ampliação. Em 3x, 4x ou 6x, a marca que corresponde a 1 MIL continua sendo 1 MIL. Você mede, corrige na torre (também em MIL) e usa as escalas pra segurar queda e vento sem contar clique. Numa SFP, esse casamento só vale numa ampliação específica.
O custo do FFP é o inverso: em 1x o retículo fica pequeno, e é por isso que a iluminação existe. O desenho é tipo BDC, com ferradura central iluminada pra referência rápida no mínimo, escala vertical de 4 a 40 pra queda, horizontais de 4 a 16 dos dois lados pra vento e postes grossos nas bordas. São 6 níveis de brilho com pilha CR2032, e o retículo é gravado no vidro: com a pilha acabada ele continua lá, preto e utilizável.
O tubo é de 30 mm e anel de 30 mm é obrigatório — a luneta não sai de fábrica com anel nenhum. Aqui o mount já vai junto: você escolhe no seletor pelo trilho e pela altura.
Na montagem, o fabricante recomenda 15 a 18 in-lbs de torque nos parafusos do anel. Trilho de 11 mm e mount de 22 mm? A gente tem o adaptador de 11 pra 22 mm.
De fábrica a luneta não vem com anel — o par de mounts da caixa é o que você escolher no seletor.
Entrada em trilho de 22 mm: a Victoptics X4 1-4x20 IR. Monotubo de 30 mm, 1x verdadeiro e 5x de teto em SFP, com o alívio ocular mais folgado da lista: a Vector Forester 1-5x24 Gen2. Discovery com 6x de teto e SFP, num conjunto mais em conta: a WG 1.2-6x24 IRAI. Tubo de 34 mm e SFP, retículo do mesmo tamanho em qualquer zoom: a LHD 1-6x24 FIR. 1x real, vidro ED e escala em MIL válida em qualquer ampliação, pra medir e corrigir de verdade: esta.
Não sabe se o seu trilho é 11 ou 22 mm, ou ficou na dúvida entre FFP e SFP? Chama no chat que a gente confere junto antes de você comprar.
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