Ampliação de 1,2x a 6x, objetiva de 24 mm, tubo de 30 mm, retículo iluminado em vermelho e um indicador de ângulo gravado no corpo: a Discovery WG 1.2-6x24 IRAI é a LPVO da Discovery, pra plataforma curta e pra quem muda de distância na mesma sessão. São 568 g, 28,97 cm, torres travantes com clique de 1/2 MOA e 1200 G na linha de recuo da ficha do fabricante. Você escolhe o mount no seletor — alto ou baixo, 11 mm ou 22 mm — e recebe o conjunto pronto pra montar.
Aguenta. A WG não é da linha de entrada da Discovery: é a faixa que a gente indica sem ressalva de calibre.
Um cuidado de leitura: o 1200 G aparece na ficha do fabricante na linha Recoil Rating. É uma medida de aceleração que o corpo da luneta suporta — não é um calibre máximo. A Discovery não traduz esse número em lista de calibre pra esta luneta; quem faz essa tradução é a gente, pelo que já montou e devolveu funcionando. Pra comparar com o resto do que serve em calibre pesado, veja lunetas pra .308.
LPVO é luneta de baixa ampliação variável: começa perto do tamanho real e sobe pouco, pra você não ter que escolher entre red dot e luneta. No mínimo enxerga o entorno e engaja rápido; em 6x fecha o campo e identifica o que está a 100, 150 metros — distância em que o ponto de um red dot já cobre o alvo. Só que aqui o mínimo é 1,2x, não 1x exato: a imagem sai um pouco maior que a do olho nu, e quem atira com os dois olhos abertos percebe um leve descasamento. É projeto, não defeito.
Uso 100% perto: red dot resolve mais barato. Perto e alcance no mesmo equipamento: LPVO. Tiro sempre longe, de bancada e alvo de papel: o caminho é mais aumento, como a MS 4-16x42 AOAC — que a gente confirma até 5,56. Se o seu tiro longo é de .308 pra cima, a MS não serve: aí é lunetas pra .308.
O retículo está no segundo plano focal: mesmo tamanho aparente em 1,2x ou em 6x — quem cresce é o alvo. É o certo pra LPVO, porque retículo de primeiro plano fica fino demais no mínimo, justo onde você precisa achá-lo rápido. A contrapartida: as escalas de retenção só valem na ampliação de referência. As torres clicam em 1/2 MOA, gravado na torre: meia polegada a 100 jardas. E uma transparência — o fabricante se contradiz no curso máximo: a torre é em MOA e a ficha declara ±14,5 MIL. Pra zerar não muda nada; se precisa do curso exato, chama no chat que a gente confere com o fornecedor.
O nome IRAI junta IR de retículo iluminado e AI de indicador de ângulo — uma escala de 0 a 75 gravada no corpo, que mostra a inclinação do equipamento. Quando você atira inclinado, de plataforma alta ou em encosta, a distância que vale pro cálculo não é a que o telêmetro mostra: é a projeção horizontal dela. Ler o ângulo na própria luneta é melhor que chutar, e não custa acessório nem pilha.
O tubo é de 30 mm, então o mount também — e ele vai no conjunto, na altura e no trilho que você escolher:
Na hora de apertar, o fabricante pede 15 a 18 in-lbs nos parafusos do anel, apertados em cruz. Passar disso amassa o tubo.
Trilho de 11 mm e mount de 22 mm? A gente tem o adaptador de 11 pra 22 mm.
O caminho mais barato, com anéis Weaver de fábrica: Victoptics X4 1-4x20IR. 1x de verdade, pros dois olhos abertos sem descasamento: Vector Forester 1-5x24 SFP Gen2. Primeiro plano focal e MRAD, com as escalas valendo em qualquer ampliação: Discovery ED-AR 1-6x24 FFP. Tubo de 34 mm e mais corpo: Discovery LHD 1-6x24. SFP simples, torre travante, 30 mm e o indicador de ângulo: esta.
Ficou na dúvida sobre o trilho da sua carabina ou sobre a altura do mount? Chama no chat que a gente confere junto antes de você comprar.
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